O motor elétrico é utilizado para arrancar o ônibus e acelerá-lo até uma velocidade de aproximadamente 20 quilômetros por hora, e também como gerador de energia durante as frenagens. O motor diesel entra em funcionamento em velocidades mais altas. A cada vez que se acionam os freios, a energia de desaceleração é utilizada para carregar as baterias. Quando o veículo está parado, seja no trânsito, em pontos de ônibus ou em semáforos, o motor diesel fica desligado. Estudos mostram que o tempo que o veículo fica parado pode representar até 50% do período total de operação do ônibus. "Durante todo esse tempo, não há emissões de poluentes, pois o motor diesel se apaga completamente. Esta tecnologia tem duas vantagens principais: mais economia de combustível e grande redução no impacto ambienta!'; explica Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo.
O sistema híbrido proporciona uma redução no consumo de combustível de até 35%. Já a diminuição das emissões de poluentes que saem do escape pode variar de 80% a 90%, em comparação com motores a diesel convencionais. De acordo com o presidente da empresa, o custo do ônibus híbrido é de 50% superior a um veículo fabricado hoje, influenciado pela não existência de uma produção em série maior e pela própria tecnologia.
O ônibus híbrido foi testado durante três semanas em Curitiba. O veículo ficou 20 dias rodando em uma linha da capital paranaense, em uma rota de 42 quilômetros que conecta diversos bairros e terminais de parada, sem passar pelo centro. Até o início de janeiro de 2011, o ônibus tem programação para rodar por São Paulo e Rio de Janeiro. Há também possibilidades do veículo ser incorporado à frota para a Copa do Mundo de 2014.
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